Não é nenhuma novidade que o mercado de tecnologia sempre foi aquecido.
Encontrar desenvolvedores até que não é das tarefas mais difíceis, mas encontrar BONS desenvolvedores é bem
complicado, Devs excelentes então, são segurados pelas empresas que trabalham e tira-los de lá vai custar muito
dinheiro.

Com toda essa dificuldade, como uma pessoa, não técnica, vai tirar seu projeto do papel? Ou então uma grande empresa,com seus diversos setores, pode testar uma estratégia de vendas e marketing (programa de mercado) em uma determinada região?

Bom..para um empreendedor, a saída é ter um sócio de tecnologia que desenvolva soluções ou conseguir um investidor anjo para montar uma equipe. Para grandes empresas, não tem muita saída: contratar uma empresa de tecnologia ou uma agência com expertise em TI, porém, os custos da agência acompanham os do mercado de criação de software, é caro ter uma equipe de desenvolvedores de sistemas.

Fora o fator financeiro, há também a variável “tempo”.
Desenvolver software não é uma tarefa simples, são vários processos envolvidos, desde a concepção da arquitetura,
passando por experiência do usuário (UX), desenvolvimento, testes e publicação (deploy) e para cada um desses processos, há profissionais especializados. Isso, sem contar o pessoal de gestão!

O processo acaba se tornando, além de caro, moroso.

Em pleno 2020, não há uma forma mais rápida de desenvolver softwares com qualidade e mais rápido?

Empresas de tecnologia fizeram essa pergunta e estão resgatando, lá da década de 90, o conceito RAD: Rapid Application Development e criando plataformas para criação de software sem precisar digitar nenhuma linha de código (no code) ou pouco código (low code).

Dá uma olhada na quantidade de ferramentas:

Se você é da área técnica, já sei o que está pensando: “isso nunca vai substituir programadores de verdade” e você está certo, não vai mesmo!

Mas é importante, como agências que também fornecem tecnologia, termos em nosso “cinto de utilidades”, formas de atender clientes de forma mais rápida e assertiva, e não usar um canhão para abater uma mosca.

Aqui na TRI, depois de uma pesquisa de mercado, além de desenvolvermos softwares “100% código” usando tecnologias atuais como Node.js e React, também conseguimos criar aplicações web e mobile com ferramentas de baixa codificação (low code), acrescentando agilidade e possibilitando que nossos clientes de grandes corporações consigam testar suas ideias e empreendedores lancem suas ideias e tudo isso com total controle da infraestrutura, código e banco de dados do produto.

Nossa plataforma nos permite desenvolver backends em NodeJS, front ends reativos, design personalizados, criar e consumir apis, tecnologias em nuvem, conteinerização, criação de módulos, controle de versão com GIT, diversos bancos de dados e ainda 100% escaláveis, com menos codificação (low code) e mais produtividade.

Respondendo a pergunta do título, Low Code faz sentido?

Sim! E você? O que acha?